Comprimidos para a ereção na farmácia: o que mudou em 2025
Em Portugal já é possível levantar um comprimido para a ereção na farmácia sem receita médica. O INFARMED aprovou a 21 de fevereiro de 2025 um protocolo que passa o sildenafil 50 mg a medicamento de dispensa exclusiva em farmácia, e a medida chegou ao balcão em maio de 2025. Não é uma venda livre: o atendimento faz-se no gabinete, o farmacêutico preenche uma checklist de segurança e só pode entregar uma embalagem de 8 comprimidos de cada vez. O tadalafil continua a exigir receita, e as doses de 25 mg e 100 mg de sildenafil também. A outra metade desta página é sobre o caminho que continua ilegal — os «suplementos naturais» comprados online, onde a ASAE e o INFARMED encontraram fármaco escondido em 22 de cada 40 produtos analisados.
As duas fontes centrais desta página são o protocolo oficial de dispensa do INFARMED, com a checklist e o guia para o farmacêutico, e a nota de imprensa conjunta da ASAE e do INFARMED sobre suplementos adulterados. Ambas estão abertas e citadas ao longo do texto.
O que mudou exatamente nos comprimidos para a ereção em 2025?
Mudou a categoria legal do sildenafil 50 mg: passou a MNSRM-EF, sigla de medicamento não sujeito a receita médica de dispensa exclusiva em farmácia. Na prática, isso significa que o medicamento sai sem receita, mas só em farmácia comunitária — não em parafarmácia, não em supermercado, não em loja online de suplementos.
O documento que operacionaliza a medida é o protocolo de dispensa do INFARMED «Sildenafil 50 mg», cuja versão 1 foi aprovada a 21/02/2025. A alteração aplica-se à substância ativa, ou seja, abrange tanto o Viagra como os genéricos com sildenafil, desde que na dosagem de 50 mg (INFARMED, protocolo de dispensa EF). A cobertura noticiosa da entrada em vigor data de 9 de maio de 2025.
O que não mudou é igualmente importante. O tadalafil não foi reclassificado e continua sujeito a receita médica. As dosagens de 25 mg e 100 mg de sildenafil também: o próprio guia do INFARMED diz que «as doses de 25 mg e 100 mg só estão disponíveis mediante receita médica». Quem precisa de subir para 100 mg porque 50 mg não resultou tem de passar pelo médico.
Como decorre a dispensa na farmácia, passo a passo?
A dispensa segue quatro passos fixados no protocolo do INFARMED, e nenhum deles é opcional para o farmacêutico.
- Gabinete, não balcão. O protocolo determina que o atendimento seja feito no gabinete de atendimento da farmácia, «para que o indivíduo possa responder às questões sem constrangimentos». A privacidade está escrita na regra porque o embaraço é o principal travão deste pedido — o peso da palavra está tratado em impotência masculina.
- Checklist. O farmacêutico preenche uma lista de perguntas sobre risco cardiovascular, outras doenças e medicamentos que a pessoa toma. É a checklist que conclui se o medicamento pode ou não ser entregue.
- Cartão. No fim, é gerado eletronicamente um cartão. Se houver dispensa, é o cartão de dispensa EF, para apresentar numa consulta futura ou na próxima ida à farmácia. Se não houver, é um cartão de referenciação médica, que explica por escrito o motivo da recusa e serve para levar ao médico.
- Uma embalagem. O limite é uma embalagem de 8 comprimidos por ato de dispensa. Aquisições seguintes obrigam a nova avaliação pela checklist.
O protocolo acrescenta uma recomendação que costuma passar despercebida a quem só quer resolver o problema depressa: todos os homens com disfunção erétil devem ser aconselhados a consultar o médico no prazo de 6 meses, para investigar doenças subjacentes e fatores de risco. O comprimido trata o sintoma; a causa fica por explicar.
A quem é que a farmácia não pode dispensar sildenafil?
A lista de exclusões do guia do INFARMED é longa e específica. Estas são as situações em que o farmacêutico tem de recusar e encaminhar para o médico.
Idade e sexo. Idade inferior a 18 anos; mulheres (o medicamento está indicado apenas para homens adultos).
Coração e circulação. Falta de ar ou dor no peito a caminhar 20 minutos em passo rápido ou a subir 2 lanços de escadas; AVC ou enfarte do miocárdio nos últimos 6 meses; ter sido desaconselhado a atividade física ou sexual pelo médico; angina instável, arritmia, doença valvular, cardiomiopatia, disfunção ventricular esquerda; estenose aórtica ou insuficiência cardíaca grave; tensão arterial abaixo de 90/50 mmHg ou hipertensão descontrolada.
Outras doenças. Insuficiência hepática (ligeira, moderada ou grave); insuficiência renal grave; anemia falciforme, mieloma múltiplo ou leucemia; deformações do pénis, como a doença de Peyronie; retinite pigmentosa; perda de visão de um olho por NAION; hemofilia e outros distúrbios hemorrágicos; úlcera péptica.
Medicamentos. Nitratos (mononitrato e dinitrato de isossorbida, nitroglicerina); dadores de óxido nítrico, como o nicorandilo e o nitroprussiato de sódio; «poppers» (nitrato de amilo); riociguat; inibidores da protease do VIH, como o ritonavir; inibidores do CYP3A4, como a cimetidina, o itraconazol, o cetoconazol, a eritromicina, a claritromicina e o diltiazem; alfa-bloqueadores usados na próstata ou na tensão, como a tansulosina, a alfuzosina ou a doxazosina; teofilina e dipiridamol; qualquer outro tratamento para a disfunção erétil já em curso, incluindo tadalafil.
Três destes grupos existem por causa da tensão arterial. O sildenafil potencia o efeito hipotensor dos nitratos, e o guia é explícito: a associação está contraindicada por poder provocar uma queda perigosa da pressão arterial. Os restantes — anemia falciforme, mieloma, leucemia, deformações penianas — estão lá por risco acrescido de priapismo, a ereção prolongada que não regride.
Que diferença há entre este caminho e a receita médica?
A diferença não é «com avaliação» contra «sem avaliação». É quem avalia e até onde pode ir a decisão.
| Farmácia, sem receita | Consulta médica | |
|---|---|---|
| Substância | Só sildenafil, só 50 mg | Sildenafil 25, 50 e 100 mg; tadalafil; outras opções |
| Quem avalia | Farmacêutico, com checklist padronizada | Médico, com exame físico e análises |
| Quantidade | 1 embalagem de 8 comprimidos por vez | Segundo a prescrição |
| Investigação da causa | Não faz parte do ato | Perfil de glicose e lípidos, testosterona total em amostra matinal |
| Ajuste de dose | Não é possível | Sim, incluindo subir a 100 mg ou descer a 25 mg |
As diretrizes europeias de urologia colocam os inibidores da PDE5 — a família do sildenafil e do tadalafil — como terapêutica de primeira linha da disfunção erétil, com força de recomendação forte (EAU Guidelines 2025). As mesmas diretrizes atribuem força forte a outra coisa que não se compra: iniciar mudanças de estilo de vida e correção de fatores de risco antes ou ao mesmo tempo que o tratamento. Há mais sobre esse lado em o que fazer quando a ereção falha.
Há ainda um dado português desconfortável sobre o caminho da consulta. De 200 homens enviados aos cuidados primários com esta queixa, o diagnóstico confirmou-se em 115; dois terços destes nunca tinham feito qualquer tratamento e, entre os que já tomavam medicamento, menos de metade estava na dose máxima (Morgado et al., Sexual Medicine, 2019). Ir ao médico é o caminho certo — mas convém ir preparado e perguntar pela dose.
Quanto custa uma embalagem na farmácia portuguesa?
Não há preço único: o sildenafil 50 mg tem vários genéricos e cada farmácia pratica o seu valor. Dois exemplos observados a 30 de agosto de 2026 em farmácias online portuguesas, ambos para a embalagem de 8 comprimidos que a lei permite dispensar de uma vez:
| Produto | Embalagem | Preço |
|---|---|---|
| Sildenafil Desay 50 mg | 8 unidades | 25,95 € |
| Sildenafil ratiopharm MG 50 mg | 8 comprimidos revestidos | 38,99 € |
Ou seja, a faixa realista anda entre cerca de 26 € e 39 € por 8 comprimidos, consoante o genérico e a farmácia. Vale a pena comparar, porque a substância ativa é a mesma e a diferença entre os dois extremos é de 13 €.
Porque é que comprar comprimidos «para a ereção» na internet é o maior risco
Porque foi medido, em Portugal, e o resultado é mau. A ASAE e o INFARMED recolheram em 2014 98 suplementos alimentares à venda no mercado — 58 de emagrecimento e 40 destinados à melhoria do desempenho sexual — e analisaram-nos no laboratório do INFARMED. Foram detetados 27 produtos com substâncias ativas não permitidas, dos quais 22 eram da categoria do desempenho sexual e 5 de emagrecimento (ASAE e INFARMED, nota de imprensa de 11 de fevereiro de 2015).
Vinte e dois em quarenta é mais de metade da amostra «sexual».
O comunicado seguinte, de 12 de fevereiro de 2015, ordenou a retirada e publicou o anexo com a lista de produtos e substâncias encontradas (ASAE e INFARMED). Não eram vestígios: eram inibidores da fosfodiesterase do tipo 5 e seus análogos — sildenafil, tadalafil, tiossildenafil, hidroxitio-homossildenafil, N-desmetilacetildenafil —, mais dapoxetina, flibanserina e sibutramina, esta última proibida na União Europeia. Produtos vendidos como cápsulas «naturais», com nomes como Furunbao, Puragra, Provigor ou Man Power, continham fármaco de receita sem o declarar no rótulo. O INFARMED classificou-os como medicamentos ilegais e proibiu a sua venda e utilização.
O padrão não acabou em 2015. A 16 de abril de 2019, o INFARMED alertou para os produtos Gold Max Blue e Gold Max Pink, detetados na alfândega, com sildenafil na composição e sem autorização de introdução no mercado. A nota do regulador identifica a origem provável: «vendas através da internet, não tendo sido detetados no circuito legal de venda de medicamentos». Antes disso, o produto Japan Tengsu, vendido como natural, tinha sido classificado como medicamento ilegal pelo INFARMED.
O regulador é claro sobre a dimensão do problema: a disfunção erétil e o emagrecimento lideram a contrafação de medicamentos, e o sildenafil é a substância mais copiada de todas. Quanto ao que vem dentro da embalagem, o INFARMED descreve três hipóteses, por ordem crescente de gravidade — não ter princípio ativo nenhum, trazer impurezas ou substâncias tóxicas, ou conter uma substância ativa que não é a anunciada (INFARMED, combate à falsificação de medicamentos).
Porque é que o perigo é maior em quem toma medicação para o coração
🔴 Porque a combinação de sildenafil com nitratos pode provocar uma queda de tensão arterial perigosa e potencialmente fatal — e quem compra às escondidas não tem ninguém a fazer-lhe a pergunta.
É por isto que a checklist da farmácia pergunta especificamente por nitratos, nicorandilo, «poppers» e riociguat. Um comprimido comprado num site não traz checklist, e uma cápsula «natural» com sildenafil escondido é pior ainda: a pessoa nem sabe que está a tomar um inibidor da PDE5, portanto não tem como associar o mal-estar ao medicamento do coração que toma há anos.
O público desta questão sobrepõe-se quase exatamente ao público em risco. A dificuldade de ereção funciona como aviso de doença arterial, e o intervalo medido entre esse aviso e um enfarte agudo do miocárdio ou um AVC é de 3 a 5 anos em média — número da revisão sistemática de Raheem et al. (American Journal of Men's Health, 2017), repetido no próprio guia de dispensa do INFARMED. Quem procura estes comprimidos tem, por isso, probabilidade acima da média de já andar com medicação para o coração.
O guia do INFARMED lista as situações em que o utente deve parar de tomar o medicamento e procurar assistência médica imediatamente:
- ereção persistente e por vezes dolorosa que dura mais de 4 horas — é priapismo, e as diretrizes europeias classificam o seu tratamento como urgência com recomendação forte;
- dor no peito, tonturas, sensação de desmaio ou náuseas durante ou logo após o ato sexual — e atenção: nesse quadro os nitratos não devem ser usados para tratar a dor no peito;
- diminuição súbita da visão;
- reação alérgica com pieira súbita, dificuldade em respirar ou inchaço das pálpebras, rosto, lábios e garganta;
- reações graves na pele, com descamação, bolhas na boca ou nos genitais e febre;
- convulsões.
Fora do episódio agudo, há um sinal mais silencioso: falta de ar ou aperto no peito a subir dois lanços de escadas. Não é motivo para tomar o comprimido com cuidado — é motivo para ir ao médico antes de o tomar.
Até onde vai este texto e onde começa o farmacêutico
Isto é a descrição do percurso legal do comprimido em Portugal: a mudança de 2025, a avaliação feita ao balcão fechado, os critérios que impedem a entrega, a faixa de preço e o que os reguladores encontraram fora deste circuito.
Aqui não está a indicação de que deve tomar sildenafil, nem a dose adequada ao seu caso. Essa decisão pertence ao farmacêutico no ato da dispensa, com a checklist à frente, ou ao médico em consulta. A avaliação da causa da disfunção erétil — que é onde está a informação que realmente interessa a médio prazo — não é feita nem por esta página nem por um balcão.
Porque não indicamos sites onde comprar comprimidos
Não publicamos ligações a lojas online de comprimidos para a ereção, mesmo as que parecem legítimas. A razão está nos números acima: o canal de internet é exatamente aquele onde os reguladores portugueses encontram, uma e outra vez, produto com fármaco não declarado, sem lote fiável, sem controlo de qualidade.
Uma recomendação nossa nesse terreno valeria pouco e poderia custar muito a quem a seguisse. O INFARMED indica o critério verificável para quem compra online: procurar o logótipo comum europeu — o selo com linhas verdes — que existe nos sites de venda autorizados e liga a uma página de verificação junto da autoridade competente. Para medicamentos sujeitos a avaliação, a farmácia física continua a ser o caminho previsto na lei.
Fontes
- INFARMED — Protocolo de Dispensa Exclusiva em Farmácia (EF): Sildenafil 50 mg, guia de apoio, checklist e cartão de dispensa. Versão 1 aprovada em 21/02/2025. PDF
- CNN Portugal, 09/05/2025 — Viagra e os seus genéricos passam a ser vendidos sem necessidade de receita médica. Ligação
- ASAE e INFARMED, 11/02/2015 — ASAE e o INFARMED detetam suplementos alimentares adulterados (98 amostras, 27 com substâncias não permitidas, 22 da área do desempenho sexual). PDF
- ASAE e INFARMED, 12/02/2015 — ASAE e o INFARMED retiram suplementos alimentares adulterados, com anexo de produtos e substâncias detetadas. PDF
- INFARMED, 16/04/2019 — Produtos ilegais: Gold Max Blue e Gold Max Pink. Ligação
- INFARMED — Combate à falsificação de medicamentos. PDF
- TSF — Infarmed alerta que o produto Japan Tengsu é medicamento ilegal. Ligação
- European Association of Urology — Guidelines on Sexual and Reproductive Health, edição de 2025. PDF
- Raheem OA, Su JJ, Wilson JR, Hsieh TC. The Association of Erectile Dysfunction and Cardiovascular Disease: A Systematic Critical Review. American Journal of Men's Health, 2017;11(3):552-563. DOI 10.1177/1557988316630305. Texto integral
- Morgado A, Moura ML, Dinis P, Silva CM. Misdiagnosis and Undertreatment of Erectile Dysfunction in the Portuguese Primary Health Care. Sexual Medicine, 2019;7(2):177-183. DOI 10.1016/j.esxm.2019.01.004. Texto integral
Preços consultados a 30/08/2026 em farmacianovatrofa.pt e farmaciaclabel.pt, com ligação direta nas linhas da tabela.
Perguntas frequentes
Preciso mesmo de receita para comprar Viagra em Portugal?
Preciso mesmo de receita para comprar Viagra em Portugal?
Não, se for a dosagem de 50 mg de sildenafil e a farmácia concluir, pela checklist do INFARMED, que a dispensa é adequada. A regra aplica-se ao Viagra e aos genéricos com sildenafil. Para 25 mg, 100 mg ou tadalafil, a receita continua a ser obrigatória.
O tadalafil também passou a ser vendido sem receita?
O tadalafil também passou a ser vendido sem receita?
Não. O tadalafil mantém-se sujeito a receita médica. A reclassificação de 2025 abrangeu apenas o sildenafil na dosagem de 50 mg.
Quantos comprimidos posso levar de cada vez?
Quantos comprimidos posso levar de cada vez?
Uma embalagem de 8 comprimidos. O protocolo de dispensa do INFARMED fixa esse limite por ato, e cada nova aquisição implica repetir a avaliação pela checklist.
Posso comprar sildenafil sem receita numa parafarmácia ou online?
Posso comprar sildenafil sem receita numa parafarmácia ou online?
Não. A classificação é de dispensa exclusiva em farmácia, com atendimento em gabinete. Parafarmácias e lojas online de suplementos estão fora desse enquadramento.
O que acontece se a farmácia recusar a dispensa?
O que acontece se a farmácia recusar a dispensa?
O farmacêutico explica o motivo e gera eletronicamente um cartão de referenciação médica, com essa explicação por escrito. Esse cartão serve para levar à consulta e ajuda a abordar o assunto com o médico.
Quanto tempo demora a fazer efeito e quanto dura?
Quanto tempo demora a fazer efeito e quanto dura?
Segundo o protocolo do INFARMED, o comprimido deve ser tomado cerca de uma hora antes da atividade sexual, pode começar a atuar em 30 minutos e a resposta à estimulação sexual mantém-se até 4 horas após a toma. Sem estimulação sexual, o medicamento não funciona.
Posso beber álcool ou sumo de toranja com o comprimido?
Posso beber álcool ou sumo de toranja com o comprimido?
O guia desaconselha ambos. O sumo de toranja aumenta o risco de efeitos secundários, e o álcool em quantidade elevada reduz temporariamente a capacidade de ter uma ereção e aumenta o risco de hipotensão postural.
E se 50 mg não resultarem?
E se 50 mg não resultarem?
O protocolo prevê que possam ser necessárias várias tentativas, em ocasiões diferentes, no máximo um comprimido por dia. Se ainda assim não resultar, o caminho é a consulta médica: a dose pode ter de subir para 100 mg, e essa alteração só é possível por indicação do médico.
Há alguma alternativa sem receita além do comprimido?
Há alguma alternativa sem receita além do comprimido?
Há uma via tópica: existe em farmácias portuguesas, desde maio de 2024, um dispositivo médico de aplicação local vendido sem receita, com ensaios clínicos publicados. É uma categoria legal diferente do medicamento e da cápsula de suplemento, com regras próprias — a comparação está em gel para disfunção erétil.
Os «suplementos naturais para a ereção» são uma alternativa mais segura?
Os «suplementos naturais para a ereção» são uma alternativa mais segura?
Não são equivalentes e, no controlo oficial português, foram frequentemente menos seguros: em 40 suplementos de desempenho sexual analisados pela ASAE e pelo INFARMED, 22 continham substâncias farmacologicamente ativas não declaradas no rótulo. O que a evidência mostra sobre os ingredientes que existem mesmo está reunido na página dos ingredientes com e sem ensaios.